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Carta do Bispo Dom Pedro Carlos Cipollini a todos os Diocesanos


Santo An­dré, 11 de no­vem­bro de 2015

Aos Pres­bí­te­ros e Diá­co­nos,

Re­li­gi­o­sos, Re­li­gi­o­sas, se­mi­na­ris­tas,

Mi­nis­tros lei­gos e lei­gas,

Povo de Deus pe­re­grino da Di­o­cese de Santo An­dré:

A vós to­dos, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Se­nhor Je­sus Cristo.

Ben­dito seja o Deus e Pai de Nosso Se­nhor Je­sus Cristo, o Pai das mi­se­ri­cór­dias

e Deus de toda con­so­la­ção” (2Cor 1,2 – 3)

Es­pe­rando que to­dos es­te­jam bem, com saúde e paz, vi­vendo com fé os tra­ba­lhos do dia a dia e es­pe­rando sem­pre, na graça de Deus, a qual nos faz ca­pa­zes de amar e ser­vir, ve­nho até vo­cês, para agra­de­cer a aco­lhida fra­terna que tem dis­pen­sado a mi­nha pes­soa, nos inú­me­ros en­con­tros que te­nho re­a­li­zado con­vosco.

Vi­ve­mos os tem­pos do Papa Fran­cisco, papa que nos re­corda que, a Igreja é mis­si­o­ná­ria por sua na­tu­reza, como nos en­si­nou o Con­cí­lio Va­ti­cano II, papa que nos pro­põe a via da mi­se­ri­cór­dia como nú­cleo do man­da­mento do amor-serviço en­si­nado por Je­sus. De fato, a nossa Igreja de Santo An­dré quer ser mis­si­o­ná­ria, as­su­mindo com fé as pe­ri­fe­rias exis­ten­ci­ais para le­var o bál­samo da mi­se­ri­cór­dia di­vina, ca­paz de pro­por­ci­o­nar luz e vida.

É nesta pers­pec­tiva da mis­são e da mi­se­ri­cór­dia que te­mos ca­mi­nhado como Igreja. É nesta pers­pec­tiva tam­bém que de­ve­mos com­pre­en­der as no­me­a­ções e trans­fe­rên­cias que fo­ram fei­tas, aliás, por ex­trema ne­ces­si­dade do nosso con­texto e re­a­li­dade intra-eclesial.

Quero agra­de­cer a ge­ne­ro­si­dade dos sa­cer­do­tes que se co­lo­ca­ram a ser­viço, em es­pí­rito de dis­po­ni­bi­li­dade ao Es­pí­rito Santo que con­duz a vida do dis­cí­pulo mis­si­o­ná­rio. As mu­dan­ças de pa­ró­quia e o as­su­mir no­vas res­pon­sa­bi­li­da­des para o bem da Igreja, so­mente tra­rão be­ne­fí­cio a to­dos, prin­ci­pal­mente à causa que abra­ça­mos: a im­plan­ta­ção do Reino de Deus. Es­tou fe­liz e agra­de­cido aos pa­dres que dis­se­ram seu sim às mu­dan­ças: Deus os aben­çoe!

Para as co­mu­ni­da­des di­rijo mi­nhas pre­ces e aten­ção, 38 anos como pa­dre me fi­ze­ram sa­ber que uma trans­fe­rên­cia configura-se como uma rup­tura de la­ços. Ama­mos nos­sos pa­dres e sen­ti­re­mos suas au­sên­cias em nos­sas co­mu­ni­da­des, mas não po­de­mos ser egoís­tas, que­rer os pa­dres só para nós. Os con­sa­gra­dos são de Deus e irão para onde Deus os en­viar, isto se es­ti­ve­rem a ser­viço deste Deus que se pre­o­cupa com as di­ver­sas re­a­li­da­des. O que apa­renta uma rup­tura de pro­je­tos, na ver­dade, é parte de um pro­jeto maior, de Igreja unida, nos­sas co­mu­ni­da­des fa­zem parte de um con­texto de Igreja que in­clui toda a Di­o­cese, e o bispo deve pen­sar e pro­mo­ver o bem de toda a Di­o­cese, não só de uma pa­ró­quia.

Con­ver­sei com to­dos os pa­dres da Di­o­cese em mi­nha casa, an­tes de re­a­li­zar qual­quer gesto, mui­tos pe­di­ram mu­dan­ças em nossa Di­o­cese. Após ouvi-los, al­guns me pe­di­ram para dei­xar as pa­ró­quias em que es­ta­vam, ou­tros pre­ci­sa­ram ser trans­fe­ri­dos, uma vez que fo­ram in­di­ca­dos pe­los co­le­gas a as­su­mir fun­ções di­o­ce­sa­nas; e ainda, al­gu­mas Con­gre­ga­ções Re­li­gi­o­sas en­tre­ga­ram à Di­o­cese Pa­ró­quias que es­ta­vam sob sua res­pon­sa­bi­li­dade.

Tudo foi feito em es­pí­rito de co­mu­nhão e aten­ção a cada um e ao bem da Igreja. De­pois, vi­si­tei os pa­dres em suas pa­ró­quias e no­va­mente con­ver­sei pes­so­al­mente com cada um. Convidei-os a par­ti­rem para uma nova mis­são, nin­guém foi obri­gado. E como es­tou fe­liz de sa­ber que os co­la­bo­ra­do­res da Or­dem Epis­co­pal, nesta já amada Di­o­cese, es­tão aten­tos às ne­ces­si­da­des da Igreja. No­va­mente agra­deço aos pa­dres!

Quero tam­bém fa­zer um agra­de­ci­mento ao Pa­dre Ea­nes Ro­berto de Lima, que sendo da Di­o­cese de Paranatinga-MT, veio nos aju­dar e aqui prestou-nos re­le­van­tes ser­vi­ços. Pa­dre Ea­nes, por sua von­tade, agora re­torna à sua di­o­cese de­fi­ni­ti­va­mente, con­forme comunicou-me por carta. Deus o aben­çoe e acom­pa­nhe em sua nova jor­nada mis­si­o­ná­ria na Amazô­nia.

Tam­bém quero pa­ra­be­ni­zar o Pe. Nel­son Ro­selli Fi­lho, pois, fui co­mu­ni­cado pes­so­al­mente por Dom Le­o­nardo Stei­ner, se­cre­tá­rio da CNBB, que Pe. Nel­son foi es­co­lhido para tra­ba­lhar na sede da Con­fe­rên­cia Epis­co­pal em Bra­sí­lia. Dom Le­o­nardo pediu-me para pro­vi­den­ciar al­guém que fi­casse em seu lu­gar, pois é certa sua no­me­a­ção. As­sim, en­vi­a­mos em mis­são o pa­dre Nel­son a quem nossa Di­o­cese deve muito, pe­los re­le­van­tes e com­pe­ten­tes tra­ba­lhos re­a­li­za­dos (in­clu­sive a co­or­de­na­ção di­o­ce­sana de pas­to­ral) e pelo amor que ele tem a to­dos nós e nós a ele; já aguar­da­mos seu re­torno.

Ro­gando a Deus que os aben­çoe, re­com­pense a co­la­bo­ra­ção de cada um, re­cordo a to­dos que Deus não se deixa ven­cer em ge­ne­ro­si­dade, pois seu co­ra­ção é maior, sua gra­ti­dão se faz sen­tir na ale­gria da re­a­li­za­ção pes­soal e na san­ti­dade que Ele nos con­fere por causa de nossa fi­de­li­dade.

Em nome de Je­sus, que Deus os aben­çoe



Fonte: http://www.diocesesa.org.br/carta-aos-diocesanos/


12/11/2015

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